segunda-feira, 13 de junho de 2011

VALORES


Tema Gerador: Valores.

Público Alvo:
Crianças: Leitores da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

Objetivo:
A falta de limites e a discriminação são problemas enfrentados no dia-a-dia da sala de aula, queremos refletir, de maneira lúdica, sobre a questão de valores a partir da história “Patinho Feio”.

Materiais e recursos utilizados:
-Leitura de textos literários:
- Poema “O Pato”, de Vinicius de Moraes;

O Pato
Vinícius De Moraes
Lá vem o pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o pato
Para ver o que é que há.

O pato Pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De jenipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi parar na panela.

- Livro “O Patinho Feio”, Recontado por Ruth Rocha
Ilustrações: Maria Eugênia. Editora: FTD.
História “O Patinho Feio”.
-Leitura de música “Cinco Patinhos”, da Xuxa;
Cinco Patinhos
Composição : Xuxa
Cinco patinhos foram passear
Além das montanhas
Para brincar
A mamãe gritou: Quá, quá, quá, quá
Mas só quatro patinhos voltaram de lá.

Quatro patinhos foram passear
Além das montanhas
Para brincar
A mamãe gritou: Quá, quá, quá, quá
Mas só três patinhos voltaram de lá.

Três patinhos foram passear
Além das montanhas
Para brincar
A mamãe gritou: Quá, quá, quá, quá
Mas só dois patinhos voltaram de lá.

Dois patinhos foram passear
Além das montanhas
Para brincar
A mamãe gritou: Quá, quá, quá, quá
Mas só um patinho voltou de lá.

Um patinho foi passear
Além das montanhas
Para brincar
A mamãe gritou: Quá, quá, quá, quá
Mas nenhum patinho voltou de lá.

A mamãe patinha foi procurar
Além das montanhas
Na beira do mar
A mamãe gritou: Quá, quá, quá, quá
E os cinco patinhos voltaram de lá.




-Vídeo “O Patinho Feio e o Perdão”.




-Leitura de Imagem

*Por que o pato foi parar na panela?
*Como está a expressão dele?
*O que mais poderia ter acontecido com ele?
*O para na panela significa que ele vai servir de alimento para alguém ou que se deu mal?



Etapas propostas:
-Contar a história “O Patinho Feio”, Recontado por Ruth Rocha. Ilustrações: Maria Eugênia. Editora: FTD.
- Elaborar um texto coletivo no quadro;
-Retomar oralmente, atitudes dos personagens;
-Desenhar, em grupos: Início, Meio e Fim da história.
  

sábado, 11 de junho de 2011

TEMPO

EXPERIÊNCIA REALIZADA NO 2º ANO DO ENSINO MÉDIO E EJA.

TEMA: Tempo

Disciplinas: Ensino Religioso e Artes.

TEXTO BÍBLICO:

Eclesiastes 3 ,1-8

POEMA:

O tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana

MENSAGEM:

“Os Domingos precisam de feriados”.

(Rabino Nilton Bonder)

Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica.
Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de
produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.

Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como
fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.

Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser
suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.

Hoje, o tempo de ‘pausa’ é preenchido por diversão e alienação. Lazer
não é feito de descanso, mas de ocupações ‘para não nos ocuparmos’. A
própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a
incapacidade de parar é uma forma de depressão.

O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas
condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia.
Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.

Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme.
As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.

Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem
acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo
fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado.

Nossos namorados querem ‘ficar’, trocando o ‘ser’ pelo ‘estar’. Saímos
da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI – um dia seremos nossos?

Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca
fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos.

Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma
interrupção.

O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair – literalmente, ficar
desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é ‘o que vamos fazer hoje?’ – já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.

Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se
mortalmente. É este o grande ‘radical livre’ que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.

Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A
pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.

Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que
iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.

VÍDEO:

http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&q=+%E2%80%9COs+Domingos+precisam+de+feriados%E2%80%9D.&oq=+%E2%80%9COs+Domir

IMAGEM:

Relógio

http://1.bp.blogspot.com/_TdR3qK1LJd4/SlidYETmRuI/AAAAAAAAag8/tj7su9OVxCY/s400/relogio-um-escravo-do-tempo.jpg

Música:

Epitáfio

Titãs

Composição : Sérgio Britto

Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...

Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração...

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...

Devia ter complicado menos

Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor...

Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier...

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...(2x)

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr

http://letras.terra.com.br/titas/48968/

PESQUISAR:

a) Significado da palavra epitáfio;

b) Epitáfios de pessoas famosas.

*EXPLANAR SOBRE O SIGNIFICADO DA PALAVRA EPITÁFIO

PEDIR QUE OS ALUNOS ANALIZEM AS CINCO PRIMEIRAS ESTROFES INDIVIDUALMENTE OU EM GRUPO E LOGO APÓS DESCREVAM RESUMIDAMENTE O QUE CONCLUÍRAM;

*PROPOR DISCUSSÃO COM CADA ESTROFE PODENDO ABORDAR OS SEGUINTES TEMAS;

1ª ESTROFE: SENTIMENTOS, VALORIZAÇÃO DA NATUREZA,CORAGEM, PRUDÊNCIA E REALIZAÇÃO;

2ª ESTROFE: RESPEITO E ATITUDES POSITIVAS, ENTENDER QUE CADA UM TEM SEUS PROBLEMAS E NENHUM É MAIS OU MENOS IMPORTANTE QUE OUTRO;

3ª ESTROFE NÃO CONTAR APENAS COM A SORTE OU AJUDA DE OUTROS E SIM CORRER ATRÁS DO QUE ANSEIA;

4ª DAR A IMPORTÂNCIA NECESSÁRIA E NA MEDIDA CERTA PARA OS PROBLEMAS, NÃO AUMENTAR O PROBLEMA, POIS PROBLEMAS SEMPRE EXISTIRÃO, CABENDO A NÓS RESOLVÊ-LOS DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL.

SOCIALIZAÇÃO EM GRANDE GRUPO.

domingo, 29 de maio de 2011

Espaço "Mundo da Imaginação", criado para a contação de histórias....Aqui rola muitos livros,álbum seriado, histórias em sequência, CDs, TV, som, personagens de histórias, fantoches, máscaras, fantasias e gostosas almofadas para melhor nos acomodar...Todos adoram. Aqui a imaginação anda solta.
Eu e a colega Valdirene vestidas com nossos aventais de contadoras de histórias. Sucesso!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Poesia

Homem

Homem Escultura dourada

talhada pelas mãos do criador,

com um toque apenas

a vida fez surgir.

mas pelo olhar de Adão

Deus já imaginava

o que estava por vir.

O puro e forte pilar

cheio de inteligência e poder

tinha como missão

a obra continuar,

Hoje egoísta e frio

quer ocupar Seu lugar.

De tristeza já não chora, ri...

-Cadê o homem da minha criação?

E se fosse

o velho homem novo criar

como sugestão

lhe daria

que primeiro criasse Eva

e só depois, bem depois,

Adão!

domingo, 22 de maio de 2011

O Coelho Fujão.

ÇA TEATRAL PARA PÁSCOA: "O COELHINHO FUJÃO"

Era uma vez, uma família de coelhos que morava em uma distante floresta. Mamãe coelha, Papai coelho e seus 20 filhos viviam felizes, no entanto, como nem tudo é perfeito, o 16º filho era um coelhinho que não estava satisfeito com a vida. Constantemente, ele reclamava de tudo e dizia que gostaria de ir embora daquela floresta.

__Eu não gosto dessa floresta! Ela é muito feia! Quero ir embora daqui!

Mamãe coelha ficava muito triste:

__Não faça isso, meu filho, essa floresta é o nosso lar!

Papai coelho deixava a educação de seus filhos por conta da Mamãe.

__Ah, reclame com a sua mãe, menino!

Os 19 coelhinhos contentes já estavam cansados dessa história e comentavam entre si:

__Sinceramente, estou cansado dessa história!

__Ah, eu também! Se ele quer ir, por que não vai logo?

__Se ele for embora pelo menos vai parar de brigar conosco!

__É mesmo! Além disso nós amamos e floresta e ele vive falando mal dela! A floresta é nosso lar!

__Sim! Quem sabe assim ele veria como é difícil viver longe de casa e sem amigos?

__É, seria melhor mesmo! Ele precisa entender que a floresta nos dá alimento e moradia!



O tempo foi passando, mas o coelhinho estava cada vez mais insatisfeito. A Mamãe coelha fazia de tudo para agradar, variava a comida e deixava ele fazer de tudo o que queria, porém nada estava bom.

__Veja, coelhinho, coelhi essas cenourinhas fresquinhas ainda há pouco para você!

__Ah, não quero! Essas cenouras não estão frescas!

__Ah, filhinho, veja que folhas quentinhas colhi para cobrir sua caminha!

__Estou enjoado dessa cama, estou cansado desse lugar, estou preso aqui e preciso sair para conhecer outros lugares e pessoas! Aqui é tudo sempre chato e igual!

Todos vão dormir. Na manhã seguinte, percebem que o coelhinho não está em sua cama.

__Fofinho, branquinho, chamem seu irmão para o café da manhã!

__Mamãe! Mamãe! Ele não está na caminha! Ele desapareceu!

Mamãe coelha chora, procura. Chama papai coelho. A floresta inteira está ajudando a procurar. Os irmãozinhos sentem falta do coelhinho.

__Foi nossa culpa, nós desejamos que ele fosse. Não demos carinho suficiente, não tentamos convencê-lo a ficar!

A semana se passa, outra semana se passa... e nada do coelhinho, estão todos tristes, cabisbaixos, a casa está triste, a floresta está triste, mamãe e papai coelho estão preocupados: __Será que ele está vivo?

Então, escutam um ruído na porta. Ora, mas que alegria! Se não é o coelhinho fujão que está voltando! Todos correm para abraçá-lo. Então percebem que ele está sujinho, magro, triste. Ele fala:

__Mamãe, papai, irmãozinhos, que bom estar em casa! Que bom ver de novo as pessoas que gostam de mim do jeitinho que eu sou! Me perdoem por não ter dado valor ao carinho de vocês! Quero poder mudar isso e de agora em diante, valorizar tudo de bom que vocês me dão!


Naquele mesmo dia, foi feita uma grande festa com muita cenoura para comemorar a volta definitiva do fujão e todos viveram felizes naquela floresta.

O coelhinho tomou banho no lago que antes achava horrível, vestiu uma roupinha limpinha de lã feita pela mamãe coelha:

__Mamãe, que roupinha quentinha! Obrigada, eu passei tanto frio na rua!

E comeu mel que os irmãozinhos haviam buscado na floresta:

__Puxa, irmãos, me perdoem por ter sido tão ingrato! Quero ser um irmãozinho bom para vocês!

__Que bom, meu filho, porque a Páscoa está chegando! Precisamos ser uma família unida para realizarmos a bela tarefa de entregar os ovos de chocolate e alegrar as crianças!

Colocar a música COELHINHOS PINTADINHOS (BAIXE AQUI)enquanto a música toca, os coelhinhos, toda a família coelho dança com a criançada, ensinando a coreografia.


Teatro "O Coelho Fujão"

Eu e a turma do 2º Ano do Curso Normal durante uma apresentação de Páscoa.
As crianças adoraram o teatrinho apresentado pela turma.
Todas eram coelhinhas.
Foi bem legal.

O Vidente

O Vidente

TOMÉ teve que por as mãos nas chagas de Jesus Cristo para acreditar que Ele estava vivo. Teve que ver para crer.Isso que Ketlyn tentava explicar a Luiggi, numa sexta-feira 13, de maio de 2011, quando este ria dela, por ter consultado a um vidente, o astrólogo espanhol Walter Mercado; fazia ela com outras palavras.
-Pode rir. Vocês homens, não acreditam em nada mesmo. Pois eu liguei mesmo, precisava que alguém me desse uma palavra de afirmação, e ele adivinhou tudo, nem precisei falar, e ele já me disse:"Você gosta muito de uma pessoa..." Somente confecei que sim e ele continuou dizendo que eu tinha medo de lhe perder, mas que não era verdade...
-Errou! falou Luiggi, rindo.
-Não diga isso, Luiggi. Se você soubesse o quanto penso e me preocupo conosco, não ficaria rindo atoa.
Luiggi segurou-lhe nas mãos, e olhando sério para ela lhe jurou amor, e que se precisasse tirar alguma dúvida era a ele que devia recorrer e não a videntes, pois isso era perigoso, Willian podia ficar sabendo, pois rastrear ligações telefônicas é muito fácil.
-Tive cuidado, liguei do celular da minha irmã.
-E qual é o número do tal vidente?
-99995353.
Rindo novamente Luiggi pergunta:
-Você acredita mesmo em vidente?
Então, mesmo sem conhecer a bíblia, ela disse que devemos acreditar também naquilo que não se vê. Mas se ele não acreditasse não podia fazer nada, mas ele tinha acertado tudo, e agora sentia-se mais tranquila.
Mesmo não acreditando Luiggi não lhe tirou as ilusões.
Willian, Luiggi e Khetlyn, grandes amigos e uma aventura.
Luiggi e Kketlyn mantinham um romance as escondidas, adultério puro, o local de encontro era o mais secreto e discreto motel da cidade, Motel Talismã. Caso que teve início durante a fragilidade de Luiggi, na perda de sua mãe, Khetlyn era o ombro amigo, lhe consolava. Os fartos seios siliconados, os grandes decotes e as saias minúsculas lhe atraiam , a paixão foi acontecendo naturalmente, ambos não conseguiram fugir.
A companhia agradava muito, os olhares, gestos e palavras, cada vez mais eram ardentes. O amor chegou sem pedir licença, os cegando para o mundo.
O carinho e amizade por Willian continuavam as mesmas.
Mas como nem tudo é perfeito, certo dia Luiggi recebeu no seu MSN uma mensagem anônima lhe chamando de imoral e traidor, dizia que o caso dele era assunto da cidade. Luiggi sentiu medo, e diminuiu aos poucos as idas a casa do amigo até não mais apareceu.
Foi esse o motivo que tinha levado a Khetlyn a recorrer ao vidente, ele podia prever o futuro. Passaram-se mais alguns dias e as mensagens continuaram, agora algumas apaixonadas. A dúvida a respeito de ser Willian surgiu pois se não fosse ele podia ser outra pessoa e podia lhe contar. Khetlyn também achava.
Todo dia Khetlyn bisbilhotava o MSN, ORKUT, Email do marido temendo que ele também recebesse alguma mensagem, mas nada aconteceu. Mas, seu comportamento estava diferente, calado, com ar desconfiado. Contou isso ao amante. Achava melhor que ele voltasse a frequentar a casa deles reativar a amizade. Luiggi não concordou, e resolveram dar um tempo na relação. Triste, com lágrimas nos olhos despediram-se.
Logo no outo dia, Luiggi recebeu um telefonema de Willian. Nem consegui falar, também nem precisava, pois do outro lado ele foi logo dizendo com voz áspera: "Venha logo até a minha casa, preciso falar contigo pessoalmente".
Luiggi ficou a repetir as palavras ouvidas no telefone -"Venha logo até a minha casa, preciso falar contigo pessoalmente".
Por um instante imaginava a cena, teve medo. Mas tinha que ir. Esperava ansioso por uma mensagem ou ligação de Khetlyn lhe explicando tudo, mas não aconteceu, queria ligar-lhe mas achou melhor não, podia lhe comprometer ainda mais. Resolveu que ia logo, não sabia se devia ir a pé ou de carro, resolveu ir a pé, assim durante o caminho poderia ir pensando mais. Deveria levar uma arma? Achou melhor não. Enquanto caminhava as palavras ouvidas no telefone vinham-lhe a mente. A comoção aumentava a cada passo. Foi quando olhando ao celular a espera da ligação de Khetlyn teve uma idéia, ligar para o vidente Walter Mercado, veio ao seu ouvido a voz atrapalhada do vidente: "Ligue Djá".
-Não acredito! Foi o que logo pensou.
Continuo a caminhada cada vez mais rápido. Agora eram várias coisas a lhe atormentar. A voz de Willian no telefone lhe chamando para ir até sua casa; Khetlyn lhe chamando de incrédulo, e até antigos "causos" exotéricos de sua mãe...
Parou, e certo do que agora queria, ligou para o vidente, agora quem precisava de uma palavra era ele. A ligação demorou alguns instantes para ser atendida, agora ele desejava era ouvir a voz com sotaque castelhano do vidente. Este logo foi dizendo:
-Te acalma! O senhor esta muito assustado...
Luiggi sentiu-se compreendido, aliviado...
-E quer logo saber se vai lhe acontecer alguma coisa, não é mesmo?
-Sim. A mim e a ela.
Do outro lado, o vidente lhe restituia a paz, lhe dizendo que nada lhes aconteceria. Falou de muitas particularidades dos dois, aumentando a confiança de Luiggi nas palavras do vidente.
Após desligar o telefone, parecia as tuas preocupações terem acabado. Até riu de seus temores. Apurou ainda mais, queria logo chegar a casa do amigo, talvez este precisava dele.
Agora ia com o coração alegre e impaciente. Lembrava de todos os momentos que havia passado com Khetlyn e confiando nas palavras do vidente, nas que ainda iriam vir.
Quando percebeu estava diante do portão de Willian, tocou o interfone, o portão se abriu, ele entrou, na porta estava a sua espera o velho amigo.
-Desculpe o meu atraso, vim a pé; o que esta acontecendo?
Ele não respondeu, estava com ar apavorante, somente fez um sinal e entraram.
-Que horror! Luiggi gritou desolado. Na mesma cadeira que outrora Khetlyn sentara em seu colo, agora estava amarrada, com os seios cortados e morta. Sem tempo para reagir sentiu que algo quente lhe escorrera por dentre a camisa, passou a mão era sangue. Com um golpe certeiro lhe atacara pelas costas, caindo morto aos pés da amada.





domingo, 15 de maio de 2011

Leitura de Imagens





Projeto "GENTILEZA" trabalhado na Escola Municipal de Educação Infantil Bem Me Quer no município de Seberi no Maternal II , momento de apresentação e leitura de imagens de maneiras corretas que devem ser usadas no dia a dia.

sábado, 14 de maio de 2011

Leitura não verbal

                 Os seres  humanos  aprendem  a  ler e interpretar  mesmo  antes de  serem alfabetizados . Muito cedo somos conduzidos a entender o mundo que se transporta a todos por meio de letras e imagens .

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Poesia na escola

A poesia é uma forma lúdica de aprender e assimilar conceitos importantes para a nossa vida. A criança memoriza de forma descontraída, divertida e certamente mais significativa para sua vida.
Os primeiros contatos da poesia com a criança devem acontecer na família, na tentativa de ler e brincar, de deixar a poesia acontecer dentro do ambiente familiar.
Precisamos transformar nossos alunos em leitores aptos a interpretar e compreender o que o poeta quis transmitir em meio aos versos, além de propor que os educandos não percam a poesia que nasce neles desde quando as mães cantavam cantigas de ninar para que dormissem e depois quando brincavam de cantigas de roda, adivinhas, trava línguas etc.
Sabemos que o trabalho com a leitura deve ser lúdico, prazeroso e bastante agradável. Escrever poesia é sentimento, é sensibilidade para colocar através dos poemas de forma poética o que acontece em nosso dia a dia, injustiças, a paixão, a perda, a ilusão, a morte, a esperança, o amor, enfim, imaginação e graça.
A interação com a poesia é uma das responsáveis pelo desenvolvimento pleno da capacidade lingüística da criança e do adolescente, através do acesso e da familiaridade com a linguagem conotativa, e refinamento da sensibilidade para a compreensão de si própria e do mundo, o que faz deste tipo de linguagem uma ponte imprescindível entre o indivíduo e a vida.
O universo da poesia é muito rico e encantador, e nós professores somos os mediadores e os iniciadores das crianças neste mundo maravilhoso da leitura. Neste sentido é nossa responsabilidade promover diferentes momentos de interação com a poesia levando em conta a realidade de cada turma.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O prato

O prato

Aproximando-se do final de ano, 1986, a professora Terezinha combinou com sua turma, 1ª série, uma festinha de encerramento das atividades. Após as combinações em sala de aula, a professora remeteu para os pais um bilhete com a seguinte mensagem:

Senhores pais!
Como acontece todos os anos, iremos encerrar o ano letivo com uma confraternização.Será dia10/12.
Peço que seu filho traga um prato para lancharmos juntos.
Atenciosamente
Professora Terezinha.

No dia marcado, a professora preparou um delicioso chá, e os alunos eufóricos entregavam seus pratos envolvidos em papel ou sacolas plásticas. Quando começou a abrir, qual foi a surpresa da professora, apenas seis alunos haviam levado lanche, os outros "pratos vazios". Apavorada perguntou:
- Mas vocês não trouxeram comida, lanche para partilharmos?
Também apavorados, os alunos responderam:
- Mas não foi prato que a senhora pediu? Não era o que estava no bilhete?



sábado, 16 de abril de 2011

PROJETO LEITURA VIVA.

PROJETO LEITURA VIVA.
O Projeto Leitura Viva é coordenado pela SMECD (Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto) de Seberi, onde atuo como Contadora de Histórias.
Este Projeto visa incentivar o hábito de ler junto aos alunos, além de possibilitar momentos descontraídos e um maior contato com a Biblioteca que é um rico espaço a ser explorado .
Os Alunos realizam visitas quinzenais, sendo que para isso é disponibilizado transporte escolar previamente agendado conforme cronograma organizado pela SMECD.  Durante estas visitas os alunos também retiram livros para lerem em suas escolas e famílias.
É uma atividade muito prazerosa, gratificante que nos possibilita o constante contato com o MUNDO DA LEITURA, com os alunos e viagens junto ao mundo da imaginação e do faz de conta .